quinta-feira, 19 de novembro de 2009

As inconsistências de argumentação dos evolucionistas

     Este artigo é simétrico a um outro meu artigo com o título “As inconsistências de argumentação dos criacionistas”.

    Os argumentos dos evolucionistas logo mostram-se errados. Sua inconsistência aparece rapidamente.

    Negam a existência de Deus, pois afirmam que todos os seres vivos se formaram espontaneamente por meio de seleção natural, especiação, mutação genética, e sobrevivência dos mais aptos, mudanças gradativas, etc. Querem ser deus, e já começam a agir como se o fossem. A sorte deles é que os que acreditam em Deus têm, geralmente, e predominante, um comportamento tolerante. Se fossem tratados com a intolerância com que tratam os que creem, seriam eliminados da face da terra.

   Se não houver Deus, então não há padrão universal, a não ser o de total caos e desordem. Cada um vai passar a seguir a sua própria cabeça. Nenhum ato poderá ser considerado crime. Não haveria nenhuma moral, nenhuma ética, nenhuma lei universal, etc.

   Há total falta de evidência, em muitas espécies,  por fósseis, de especimens da sequência de mudanças gradativas.  As espécies, nos registros fósseis, segundo as camadas geológicas, aparecem praticamente do nada. A evolução, se é que existe, parece dar saltos, nada parecido com a tão decantada especiação por diminutas mudanças gradativas dos evolucionistas.

   Há total  ausência de explicação razoável e plausível de muitos fenômenos naturais, tais como a formação do olho humano, do besouro bombardeiro, e certos comportamentos naturais, o comensalismo, simbiose, etc.

   A teoria evolucionista é muito fraca em comparação ao objeto de estudo, ao contrário da teoria criacionista que é muito forte em relação ao objeto de estudo. É como tentar matar um elefante atirando bolinhas de borracha.

As inconsistências de argumentação dos criacionistas

       Eu posso discorrer com conhecimento de causa sobre as argumentações de um grupo que se auto-intitula de criacionista pois eu também sou criacionista, se por criacionista entender-se  aquele que acredita que Deus criou os céus que nós vemos,  o planeta Terra, e todos os seres vivos deste planeta, tanto plantas como animais.

       Em princípio, toda a argumentação dos criacionistas é verdadeira, convincente, até confortadora; científica, racional, sistemática, cheia de exemplos. É preciso esperar muito, pacientemente, até constatar algum deslize de lógica.  Quanto à constatação de erros, o contrário vale para os evolucionistas, cuja argumentação logo se mostra errada, especulativa, temerária, e diria até que  desesperada.

      Pontos críticos de argumentação dos criacionistas:

      Dizem que a vida não surgiu de elementos inanimados.  Exemplo do relógio e do relojoeiro. Se um relógio exige a existência de um relojoeiro que o tenha fabricado, então por que a existência de um ser vivo complexo, muito mais complexo do que um relógio, não exige um processo criador anterior, que lhe tenha dado causa?

       Alguns  ainda insistem que o universo tenha sido criado em seis dias terrestres.

      O conceito de Universo está mal entendido.  Assim como os evolucionistas, confundem o Universo real com a região criada por Deus e que na Bíblia aparece como “céus e terra”.  Confundem a parte com o todo.

      Concepção errada do surgimento do Universo. Aceitam a teoria da grande explosão, como boa explicação para o surgimento do Universo.   

      Acreditam que o Universo tem um início. Contrariam a concepção aristotélica, de um Universo sempre existente.

      A complexidade e a variedade das espécies animais e vegetais, além de bactérias e vírus, neste planeta,  dificilmente são explicadas por argumento de evolução por seleção natural com especiações e sobrevivência dos mais adaptados.  Houve muitas intervenções de Deus.  Mas, daí a negar categórica e  peremptoriamente a existência de evolução, especiação, vida a partir de elementos inanimados, não é racionalmente possível.  Se esses  fenômenos não foram tão importantes neste planeta, considerando-se a espontaneidade, mesmo porque feitos por intervenção divina,  não prova que não tenham existido no passado longínquo de modo espontâneo.

A teoria dos criacionistas é muito forte em relação ao objeto de estudo, ao contrário da teoria evolucionista que é muito fraca em relação ao objeto de estudo.  É como tentar matar uma mosca usando um canhão.